Interface Janela | Interface Espelho
Dois exemplos antagónicos, num a interface é assumida, quase só, como suporte de informação. Pretende-se a sua invisibilidade, ou seja, privilegia-se o acesso à informação face à manipulação do interface.
No outro valoriza-se a interacção com o interface que se pretende visível e onde as acções do utilizador são reflectidas.
Por um lado temos a assumpção do interface enquanto janela, por onde se acede à informação, por outro, o interface enquanto espelho, onde se valoriza a manipulação. A interface enquanto artefacto digital, é espelho das acções do utilizador.